Quando
eu sinto vontade de chorar, sorrio Rio tanto que o pranto se esconde e ninguém
o vê Sorrio da minha tristeza e até de mim mesma Rio para
enganar a alma, que só chora. Sorrio
quando estou triste, alegre ou indiferente Pouco importa o motivo O silêncio
espalhado dentro de mim É suficiente para que eu ouça minhas
gargalhadas De
tudo em mim acho engraçado De cada traço bem marcado até
o cabelo entrançado Sorrio de cada pedacinho meu E rio até
não mais agüentar Preciso
esquecer, e de outra maneira, não dá É muito mais complicado
As vezes, tenho tremenda crise de riso, e isso Nem eu sei explicar porque
Rio
quando tropeço em alguma coisa Quando ando ou fico parada Se chego
no trabalho atrasada Ou quando fico atrapalhada Rio
tanto e por tanto tempo Que sorrio mesmo sozinha...por nada! Só
não rio à noitinha quando retiro a máscara E abraçada
ao travesseiro, exausta de tanto dar risada Desmancho-me numa explosão...de
lágrimas
MASCHERATA Laura
Limeira
Quando
ho voglia di piangere, sorrido Rido tanto che il pianto si nasconde e
nessuno lo vede Rido della mia tristezza e pure di me stessa Rido per ingannare
l'anima, che solo piange. Sorrido
quando sto triste, felice o indifferente Poco mi importa il motivo Il silenzio
sparso dentro me È sufficiente affinché io ascolti le mie risate Tutto in me sembra
buffo Dall'ogni linea ben segnata al capello intreccio Sorrido di ogni pezzo
mio E rido fino a non sopportare più
Ho
bisogno di dimenticare, e di un altro modo, non ci riesco È troppo
complicato A volte, rido a crepapelle, e questo Non so spiegare il perché
Rido
quando inciampo in qualcosa Quando cammino oppure sono ferma Se arrivo in
ritardo al lavoro Oppure quando sono imbranata Rido
tanto e a lungo Che sorrido anche da sola... per niente! Solo non rido
di sera quando tolgo la maschera Ed abbraccio il cuscino, stanca di tanto ridere Mi
sciolgo in una tempesta... di lacrime!